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sábado, 10 de outubro de 2015

Cata-vento: um objeto para o estudo do ar

por Gabriela Chagas

Cata-vento, um instrumento que aparece desde cidades que precisam da turbina de energia até na mão de crianças que o fazem de brinquedo. Alguns são belos, outros são funcionais, mas o fato é que o cata-vento é muito utilizado desde a antiguidade até hoje.
Ajudamos os alunos do 6º ano, que estavam estudando o ar e suas propriedades, a construir seus próprios cata-ventos. Com a ajuda deste instrumento eles puderam verificar a existência do ar seu movimento, sua direção e sua força.
Para construí-lo precisamos apenas de palito de churrasco, cartolina, tesoura, canudinho e arame. O resultado da experiência será descrito pelas próprias crianças:

 “Na aula passada fizemos um cata-vento com as professoras de ciências Gabriela e Juliana. Para essa atividade usamos uma folha, tesoura, lápis de cor, ferro, um palito de churrasco e canudo. Montemos o cata-vento e na hora de colocar o ferro o professor João Guilherme nos ajudou. Depois fomos todos lá fora testar o nosso cata-vento, a professora Adriane teve a ideia para nós corres para o ar vim no cata-vento e ele girar e foi legal.” K.V.


“Hoje nos aprendemos que agente não vê o ar mas sentimos quando esta em movimento. Então nos construímos um catavento, e usamos: um papel quadrado, palito de churrasco, arame e canudo. Quando terminamos fomos lá fora e o catavento começou a girar bem rápido e foi uma ótima esperiencia.” S.S

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Aula prática: Transpiração Vegetal

por Gabriela Chagas

Assim como nós, as plantas também transpiram. Nesse processo, elas libertam água em forma de vapor para a atmosfera. Embora faça a planta perder água, a transpiração é importante porque puxa a seiva bruta das raízes e a faz subir pelo caule ate as folhas. A transpiração é um processo invisível, não se vê as folhas “respirando”, então para mostrar aos alunos a transpiração das plantas, foi feita a seguinte prática:

Materiais Utilizados:
- Saco plástico
- Barbante
- Tesoura

 Os alunos cobriram um ramo de uma pequena árvore da escola com o saco plástico e amarraram com o barbante. No dia seguinte a turma foi observar o que tinha acontecido e em textos e desenhos eles relataram a experiência.

Escolha do ramo de árvore para a experiência

Envolver o ramo com um saco plástico, e amarrá-lo com um barbante. Aguardar um dia de incisão solar.

Água líquida proveniente da transpiração.
Alunos fazendo suas anotações sobre o fenômeno.
 Depoimentos:

“Eu confesso que eu achei que a folha fosse morrer sufocada no saco ou pelo menos desmaiar, mas não era uma nem outra. No dia 12 de agosto estava ensolarado e todos nós fomos lá fora e cortamos o barbante, reparamos que o saco estava molhado com água, então deduzi que a sua transpiração (da folha) foi feita e ela soltou água tudo através de gases carbônico e oxigênio. Essas teorias que falei no começo são bobagem, porque a gente deixou o saco preso ali por 24h só e para se matar uma planta (árvore/folha) é preciso mais horas o que não era a intensão.” Mariana C.


“A professora e a turma fes uma pesquisa e usaram saco plástico, barbante e folhas. Nos colocamos o saco plástico e amarramos no galho da árvore. Então no outro dia nos fomos lá e o Gabriel corto e estava cheio de água, porque estava acontecendo a transpiração e não fes a fotossíntese, e essa esperiência foi muito interessante para nosso estudo sobre o ciclo das plantas.” Stefhany S.

“O menino coloco o saco na planta e quando ele tirou estava cheio de água, eu pensei que o saco iria sofocar a planta mais não sofoco e não ficou mucha.” Maria E.

“Nós fizemos uma atividade sobre a transpiração das plantas colocamos em um galho com folhas com folhas, e amarremos, na hora do recreio estava abafado, e no dia seguinte na segunda aula fomos ver o que aconteceu e ela estava com água e as folhas estavam meio fracas em relação as outras folhas”. Kamilly V.


“Todos nós da turma do 6ºA fizemos uma esperiência para nós vermos o que iria acontecer com a planta depois que nós amarrarmos um saco plástico em um galho de uma planta. Para fazer essa esperiencia nós precisaremos de sertos produtos: barbante, saco plástico, uma planta, tesoura. Então nós amarrarmos um saco plástico em um galho. Nós deixamos o saco plástico amarrado na planta por mais ou menos 24 horas então no outro dia no horário da segunda aula então o aluno Gabriel desamarrou o saco plástico e o saquinho estava com bastante água no fundo e com vapor na superfície. Isso tudo aconteceu por causa que uma planta também precisa respirar igual todos os seres vivos ela precisa fazer a fotossíntese e para fazer a fotossíntese ela precisa de água e ar. E sem ar e água ela fica sufocada. Isso aconteceu na nossa esperência ela ficou sufocada e começou a perder liquido por isso aquela água no fundo do saquinho e o vapor no interior do saco plástico. Esse processo é chamado de transpiração.” William K.

“A planta ficou ótima o vapor passou por dentro do saco plástico então a planta não murchou não morreu e não sequou, ou seja a planta transpirou, no começo pencei que iria morrer ou secar mas não a planta pode sobreviver a qualquer coisa menos ao meio ambiente sujo então podemos perceber que as plantas são iguais a um copo de gelo descongelando”. Nadia N.





quinta-feira, 30 de julho de 2015

Projeto "ARTE CIENTÍFICA" promove tarde de premiação no Colégio Alberto Rebello Valente

por Bernardo Ozorio

Nesta última quarta-feira (29/07), o projeto Arte Científica foi concluído foi concluído com sucesso no Colégio Alberto Rebello Valente, na Vila D.R. da cidade de Ponta Grossa. Projetado pelo acadêmico do PIBID, Bernardo Ozorio, com a supervisão da Professora Adriane Dall'Acqua de Oliveira e acompanhamento de execução por Everton Lopes (acadêmico do PIBID), o projeto finalmente revelou os ganhadores do concurso cultural de arte científica.

Para compor a banca avaliadora do concurso, estiveram presentes a Professora Dalva Cassie Rocha (Coordenadora do sub-projeto Ciências Biológicas/UEPG), a Professora Maria Odete Tenreiro (Coordenadora geral PIBID/UEPG), a Professora Jesiane Batista (Microbiologia/UEPG), o Professor Mateus Henrique Santos (Evolução/UEPG), a acadêmica do PIBID Ciências Biológicas Barbara Ressetti, e o acadêmico de Letras Português/Inglês Luiz H.Ferreira.

As obras de arte produzidas pelos alunos tomaram conta do pátio do colégio, e cada pintura foi imortalizada em forma de caneca personalizada. As canecas foram distribuídas aos autores das obras, e quem não participou do projeto também ganhou um exemplar, com o logotipo do projeto.

No final do evento, os professores da UEPG puderam trocar experiências com a comunidade escolar durante uma confraternização. A experiência foi de grande valor para todos os envolvidos no processo. O Grupo PIBID BIOLOGIA ALBERTO agradece mais uma vez por todo o apoio recebido, primeiramente para a equipe escolar, Diretora Jane que abraçou o projeto, a Claudeniz que por diversas vezes nos socorreu com materiais para o projeto, as tias da limpeza, da secretaria, e todos os professores que dividiram conosco esses momentos dentro da escola. Por fim, gostaríamos de agradecer aos professores que vieram como voluntários para participar do nosso projeto nesta fase final. MUITO OBRIGADO À TODOS!

Canecas personalizadas

Exposição dos trabalhos

Professora Adriane e Everton montando a exposição
Exposição dos trabalhos

Professores avaliando as obras de arte

Confraternização entre os professores

Professoras Dalva e Maria Odete conversando com os alunos

Professora Jesiane, Everton, Professora Dalva, Bernardo, Professora Maria Odete e Professor Matheus

Everton, Professora Dalva, a aluna Naely dos Santos ganhadora do primeiro lugar do concurso, e a Professora Maria Odete

Comunidade escolar reunida no fim do projeto


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